Pergaminho
O que esperar de mim, que sou ilusão permanente, a realidade me falta e então não consigo acordar.
E sentindo continuo o mesmo cara, aplicado em sofrimento, com diploma de doutor
Em dor, sigo escuro, um cão sarnento, os meus relacionamentos, são promessas sem final
Ai dor, vou buscando um alento, não encontro e não aguento, quase não me dou valor
As pessoas massacram minha cara, com regulamentos idiotas e traições colossais
Eu vejo , uma nuvem de absurdos, que entram em nossas narinas, sufocando o pensar
Que pensar?
Um todo, consumindo o mesmo nada, que conversa malcriada, que agressão ao existir!
Que existir?
Unidos dos sobreviventes, cantamos sem encontrar, a tal felicidade, que se foi permanentemente e já me deixou saudades.
Sobrevivendo, fazendo o que é obrigado, por uma punhado de papéis e o direito de dormir, por algumas horas somente. Um chutasso nas bolas que te deixa zonzo. Todo mundo deve ter levado um , para continuarem sendo tão retardados.
Historicamente a maioria sempre representou a imbecilidade, mas achava que pelo menos poderíamos evoluir a ponto que as outras gerações não cresçam com um boné de Quico e um pirulito enorme nas mãos.
UAU! A política está uma esculhambação , falta médico nos hospitais e demora 10 horas pra que nos digam isso no mesmo hospital. De noite que é a hora em que o trabalhador-escravo finalmente pode ir ao médico, nem adianta tentar ir, só se for depois que acabar a novela, o Big Cú do Brasileiro e o futebol, você levará bolada na cara e um chute nos culhões de seu jogador preferido. Porque além de não ser atendido e se for só depois de 10 horas mais o tempo das maravilhas televisivas que invadem o sua garganta alegrando o seu viver.
Que viver? Pensemos nós...
Pensamos nós, com um fone de ouvido do tamanho da cara de um bode. As pessoas andam e rebolam mostrando seu estilo e sua sensualidade para as outras pessoas terem vontade de comprar roupas como as suas e agir como você , você que age como um outro que viu, ou como você subproduto do que viu , do que leu ou do que não é.
Ser é privilégio de poucos. A roupa custa cem reais, o salário seiscentos e a comida, a luz e os impostos tornam difícil a compra da roupa ou do fone gigante.
Mas deus vai ajudar, eu ajudo o sistema e parcelo minhas dividas e o sistema me ajuda em dando mais tempo pra pagar em troca do aumento da minha divida. Nessa troca justa compro uma coisa a cada ano.
E durante esse ano sufoco-me num pesadelo de apenas cem reais pra passar o mês.
Mas eu tenho e ele não.
Minha casa vai cair mas minha televisão é gigantesca.
O flamengo vai ser campeão ams vou tomar meu remédio pq ase eu passar mal não há médico essa hora , nem onibus pra sair daqui. Proibiram as vãs. Proibiram o ser e o viver.
E você que fica no otimismo , pede a Deus seu consumismo e acha que ser é ter.
Você, se convence na novela, que sua vida é muito boa e se ainda não é vai ser
E sentindo continuo o mesmo cara, aplicado em sofrimento, com diploma de doutor
Em dor, sigo escuro, um cão sarnento, os meus relacionamentos, são promessas sem final
Ai dor, vou buscando um alento, não encontro e não aguento, quase não me dou valor
As pessoas massacram minha cara, com regulamentos idiotas e traições colossais
Eu vejo , uma nuvem de absurdos, que entram em nossas narinas, sufocando o pensar
Que pensar?
Um todo, consumindo o mesmo nada, que conversa malcriada, que agressão ao existir!
Que existir?
Unidos dos sobreviventes, cantamos sem encontrar, a tal felicidade, que se foi permanentemente e já me deixou saudades.
Sobrevivendo, fazendo o que é obrigado, por uma punhado de papéis e o direito de dormir, por algumas horas somente. Um chutasso nas bolas que te deixa zonzo. Todo mundo deve ter levado um , para continuarem sendo tão retardados.
Historicamente a maioria sempre representou a imbecilidade, mas achava que pelo menos poderíamos evoluir a ponto que as outras gerações não cresçam com um boné de Quico e um pirulito enorme nas mãos.
UAU! A política está uma esculhambação , falta médico nos hospitais e demora 10 horas pra que nos digam isso no mesmo hospital. De noite que é a hora em que o trabalhador-escravo finalmente pode ir ao médico, nem adianta tentar ir, só se for depois que acabar a novela, o Big Cú do Brasileiro e o futebol, você levará bolada na cara e um chute nos culhões de seu jogador preferido. Porque além de não ser atendido e se for só depois de 10 horas mais o tempo das maravilhas televisivas que invadem o sua garganta alegrando o seu viver.
Que viver? Pensemos nós...
Pensamos nós, com um fone de ouvido do tamanho da cara de um bode. As pessoas andam e rebolam mostrando seu estilo e sua sensualidade para as outras pessoas terem vontade de comprar roupas como as suas e agir como você , você que age como um outro que viu, ou como você subproduto do que viu , do que leu ou do que não é.
Ser é privilégio de poucos. A roupa custa cem reais, o salário seiscentos e a comida, a luz e os impostos tornam difícil a compra da roupa ou do fone gigante.
Mas deus vai ajudar, eu ajudo o sistema e parcelo minhas dividas e o sistema me ajuda em dando mais tempo pra pagar em troca do aumento da minha divida. Nessa troca justa compro uma coisa a cada ano.
E durante esse ano sufoco-me num pesadelo de apenas cem reais pra passar o mês.
Mas eu tenho e ele não.
Minha casa vai cair mas minha televisão é gigantesca.
O flamengo vai ser campeão ams vou tomar meu remédio pq ase eu passar mal não há médico essa hora , nem onibus pra sair daqui. Proibiram as vãs. Proibiram o ser e o viver.
E você que fica no otimismo , pede a Deus seu consumismo e acha que ser é ter.
Você, se convence na novela, que sua vida é muito boa e se ainda não é vai ser

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