Flor
Variando atiro pra todos os lados
Inicio uma brecha no tempo
Caindo do alto do abismo
Teimando em guardar sentiementos
Ouvindo o barulho do vento
Reinando em mim a saudade
Invade - me, queima por dentro
Altera minha sanidade
Você, razão dos meus dias
Imagino vosso querer
Calculo o tamanho da queda
Trazendo o sonhar com você
Oriundo talvez da minha alma
Razão não me faz reclinar
Indicios e fins tão estranhos
Agora nem valem o pensar
Você, não sei onde anda
Integro a ti meu coração
Calado sou apenas palavras
Testamentos de solidão
Ostento esses olhos cansados
Rasgo as velhas poesias
Infelizes como a flor
Que ao chegar do inverno morria
Vejo-te enfim tão liberta
Intrínseco amor me condena
Convenço-me da desvalia
Travando a alegria pequena
Olhando alguns passarinhos
Revoando o céu a vagar
Imagino se nesse caminho
Ainda iremos voar...
Inicio uma brecha no tempo
Caindo do alto do abismo
Teimando em guardar sentiementos
Ouvindo o barulho do vento
Reinando em mim a saudade
Invade - me, queima por dentro
Altera minha sanidade
Você, razão dos meus dias
Imagino vosso querer
Calculo o tamanho da queda
Trazendo o sonhar com você
Oriundo talvez da minha alma
Razão não me faz reclinar
Indicios e fins tão estranhos
Agora nem valem o pensar
Você, não sei onde anda
Integro a ti meu coração
Calado sou apenas palavras
Testamentos de solidão
Ostento esses olhos cansados
Rasgo as velhas poesias
Infelizes como a flor
Que ao chegar do inverno morria
Vejo-te enfim tão liberta
Intrínseco amor me condena
Convenço-me da desvalia
Travando a alegria pequena
Olhando alguns passarinhos
Revoando o céu a vagar
Imagino se nesse caminho
Ainda iremos voar...

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