Algo Mais
Começando do nada, de onde nada saia , nem o começo, nenhum raciocinio há. Há uma música de gosto questionavel , porém, muito melhor do que qualquer coisa atual. As musicas atuais não tem sentimento nenhum. O mundo atual oprime e faz com que sejamos cinzas, por mais que estejamos na nossa cobertura em frente a praia, abrindo uma champagne com uma puta de perna aberta na sua cama redonda. Seis horas seguidas de foda, não há como não ser bom. sim há , a sua mulher lhe espera até as três da manhã , ela gosta de ver o volei, aparecem umas celebridades de madrugada, ela acredita no time do brasil. Lhe esquece por alguns momentos, precisa de algo pra fazer , dormir nao dá.O cachorro late bastante, Isso incomoda, somente por alguns segundos, é forte e é certo, mas não é adequado naquele moememnto , a conheceu num bar, ela te fez um boquete no banheiro do bar, que homem não aceitaria.Nas a ruas ainda a miséria, a tristeza dos becos, a pequena chuva que dificulta o andar, como se já não fosse tão dolorido o penar. Os carros voam , todos precisam chegar e precisa ser rápido, o tempo acelerou, o trabalho é multifacetado e múltiplo. A noite perdeu a beleza e o romantismo.Entre os postes os sacos de lixo que alguém tenta violar pra comer.Já no fim, a noite vai passando rápido, ele tenta achar um taxi, infelizmente pra ela o taxi demorava e o Brasil perdia o jogo por dois sets a zero. Ela bebia agua a todo momento , a ansiedade não a deixava em paz, acendeu um cigarro após dois anos sem fumar. Quando finalmente chega o taxi, que também precisava chegar, as vezes chega s vezes não, as coisas não caem do céu, é você contra outros dez mil, todos descendo e você tentando subir, ou ao contrário. Sempre um contra muitos, pra quem não faz parte dos muitos. Os bares todos fechados, a hora de ir. A puta sabe se virar, ainda no taxi o Brasil reage e ganha um set, o desemprego diminui mas as demissões aumentam, nunca se pagou tanto uma dívida que é impagável , nunca foi tão fácil a manipulação. Ele pede pra que o taxista corra, ele tinha cheirado , pra ele ia ser divertido,
na Avenida Atlantica era era só lazer, só alegria, carnaval dos travestis pros gringos, morrendo abraçados na orgia geral que é este país, que é a mentalidade de opressão do norte sobre o sul. Ele chega em casa, ela está chateada. Ele tira a roupa e faz uma massagem nela, exalta seu trabalho, como foi puxado ficar lá até essa hora, mas que pensa nela todo o tempo , martiriza seu peito, são flechas que não saem, é espinha que se engole , sufoca-te e te faz triste. Ela gosta da antenção , o Brasil empata o jogo,roubado , num ace onde o saque foi fora, onde ninguém é punido , só os sem influencia, os pobres , os que não participam do jogo , os que preferem a solidão , ainda sem governo , sem saúde sem horizontes onde não há a vontade da existência de algum caminho. É só extinto de sobrevivencia , ela nada fala , não tem pra que onde ir ou o que fazer , está confortável assim , ele acaricia seus seios e parece que a noite não vai querer mais acabar.
na Avenida Atlantica era era só lazer, só alegria, carnaval dos travestis pros gringos, morrendo abraçados na orgia geral que é este país, que é a mentalidade de opressão do norte sobre o sul. Ele chega em casa, ela está chateada. Ele tira a roupa e faz uma massagem nela, exalta seu trabalho, como foi puxado ficar lá até essa hora, mas que pensa nela todo o tempo , martiriza seu peito, são flechas que não saem, é espinha que se engole , sufoca-te e te faz triste. Ela gosta da antenção , o Brasil empata o jogo,roubado , num ace onde o saque foi fora, onde ninguém é punido , só os sem influencia, os pobres , os que não participam do jogo , os que preferem a solidão , ainda sem governo , sem saúde sem horizontes onde não há a vontade da existência de algum caminho. É só extinto de sobrevivencia , ela nada fala , não tem pra que onde ir ou o que fazer , está confortável assim , ele acaricia seus seios e parece que a noite não vai querer mais acabar.

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