Vini e o mundo paralelo

Thursday, January 21, 2010

Emerson Lake and Palmer

Eu não sei porque continuo com isso. Eu sei que meus amigos leem as minha merdas de vez em quando , e até eles me acham esquisito. Você pode estar pensando:
- Aquele blog do cara que fica se lamentando o tempo todo. Aquele fraco covarde e sem inicitaiva. O cara vive vegetando o tempo todo.
Ou não vai se dar o trabalho de ler porra nenhuma, fica au batendo punheta com a charlene popozuda, só porque teu primo traficante já comeu quando ela morava na comunidade.
Mas no entanto ainda não consigo entender. Me parace muito distante a vontade de parar. Afinal é apenas um passatempo. Ninguém ta me pagando, nem pagará por porra nenhuma e se voce acha que fico apenas me lamantendo pode estar certo disso. É a unica coisa que você tem. Você também precisa conhecer a realidade da vida escura e fétida. Você não pode viver como um personagem do pokémon. Achando feito uma bicha que tudo vai dar certo o tempo todo. Esperança débil mental. De quem sabe que aquilo que cai do céu nunca chegará. Porque será? Eu nunca fiz mal a ninguém .
Porque as outras pessoas conseguem ser ? Porque fico fora e distante?
Voce pode estar pensando ?
Se é que chegaram até aqui, bando de analfabetos miseráveis. Brasileiros de merda. Somos todos reféns de um país imenso e calorento do terceiro mundo onde morrem mais pessoas assassinadas que em qualquer lugar do mundo . Seu merda.
Voce pode estar pensando. Eu sei que você pode.
- Uau o babaca se acha um escritor , se acha revoltado ! Nem sabe o que está dizendo , os empregos cresceram e a economia está crescendo.
Porra nenhuma. Deviamos fazer como os chineses e fuzilar todos esses engravatados, ladrões e sem caráter. O que isso vale não é mesmo?
E essa merda tá crescendo, pros dois lados, não é seu merdinha.
Vocês com seus Lofts na Viera Solto e nós com uma pica encravada na bunda num beco em Manguinhos. Esfaqueados pelas costas. Enganados como idiotas. Como animais de estimação.
Porra! Essa conversa fiada de que tudo vai melhorar e estamos no caminho certo é a maior babaquice que eu já ouvi. A única solução é a explosão total. Acabar com essa raça desgraçada e medíocre.
Uau você ainda pode estar pensando , mas seja lá o que for , foda-se!
Eu ainda posso ficar me lamentando a noite inteira, ainda tentando me perguntar porque escrevo isso. Dá pena mesmo, você tem razão. Sou uma piada se um seriado pseudo-inteligente, pseudo-humano menos pseudo-cult, porque isso é o que mais me deixa de saco cheio.

Friday, January 08, 2010

Deep Purple

A roda comia solta no bar. System of a Down. Eles poderiam ficar ouvindo essa música 24 horas por dia. Já era a quarta vez que tocava. Eu não queria saber. As mesas de sinuca estavam cheias de mulheres de gosto duvidoso. Os nordestinos balançavam a cabeça. As garrafas quebradas pelo chão, que escorria uma poça de água negra. como se tivesse jogado 10 cigarros abertos em um copo com água. Podre. Havia umas menininhas de menos de 16 anos. Havia um bar de viados na frente onde a putaria rola solta. Mas não era corajoso ou nãp estava bebado o suficente pra ir lá. Resolvi dar uma volta. O bar dos punks havia virado um bar de músicas nordestinas com aquelas carnes penduradas em ganchos atrás do balcão. O bar dos metaleiros estava longe e eu não queria ir lá. Bicha por por bicha escolheria eu o bar da putaria. Quem sabe quais mudanças poderiam ocorrer em minha vida. Eu só queria que alguém ficasse comigo. Eu perdia todos os telefones e endereços. E não lembrava o nome de ninguém. Mas eu conhecia alguns rostos. Pessoas que me diziam em outros lugares que nunca viria aqui. Somos todos escravos do sistema, mas a música não exita você ? E lá ia dinheiro , uma cerveja solitária atrás da outra. Caminhando sozinho de um lado pro outro. Paro , observo o jogo de sinuca, ou o neguinho jogando fliperama.
E coloco no junkbox a música echoes do Pink Floyd. Minutos depois os neguinhos quase me expulsam do lugar.
Era isso. Minha vida toda assim. E era tudo que eu queria. Não era ?
Tinha que sair pra ver outras pessoas. As tardes inteiras de progressivo e pensamento estavm me derrotando.
Ainda não gostava. Não havia lugar pra mim em local algum. Mas eu tinha que continuar caminhando.
Tenho medo de parar totalamnte. Continuo procurando o não sei o que,não sei aonde.
Nada acontece e já faz muito tempo. Fico ancioso e depressivo. Andando sozinho neste lugar imundo.
Um novo maço de cigarros. Um dinheiro já no fim.
A volta pra casa cansativa como uma guerra. Os dois reais que sobraram pra juntar com outrsa moedas que tinha em casa. Pra comprar alguma coisa em algum lugar. Noites perdidas te ensinam que ainda há muito mais coisas para se perder. É só tentar e novo semana que vem.

Thursday, January 07, 2010

Nebulosa

Mais uma vez estamos. Eu, o Blues, o assim chamado jazz rock, o rock and roll se degladiando entre solos de guitarra e de piano. Minha tristeza, meus pensamentos e essas teclas. Essas teclas vagabundas com as letras quase se apagando. A vezes tenho que adivinhar onde está o P, o É. Outras vogais e consoantes apagadas. Os acentos também apagados. A lua ainda está lá e a noite não podia se mais quente. A bateria embala a noite , nos traz a sensação de que somos malandrinhos. De que podemos nos dar bem. Aqueles solos de sax, como um encasacado da noite voltando do seu trabalho ou da sua doideira. O sono parece me bater. Luto contra ele. Eu e o blues. Eu e minha tristeza. O amanhã estará logo aí. E nem sei se vou acordar, pois também não sei se vou dormir. . . Mais uma noite e minha cabeça já não funciona tão bem. Mas eu brigo contra o sono , sem razão. Talvez o maldito calor, talvez os filhos da puta da minha família, talvez o outro filho da puta que sou eu. Se eu não posso responder isso quem mais ? Serei eu capaz de responder algo algum dia ?
Eu resolvo esperar o amanhcer. Os passaros do vizinho arrombado que grita - Olha essa maconha aí ! - não param de piar. Criaturas idiotas, lindas e idiotas. Me fez pensar nas mulheres.
O alvo dos desesperados. Em busca de um tempo que foi perdido, das coisas que deixou de fazer, um livro atordoante de milhares de páginas que sempre deixamos de ler. Mas são essas as páginas mais importantes da vida.
Não durmo porque tenho medo das palavras me deixarem para sempre. De não ter onde cair morto, enlouquecer por completo sem mãe amigo ou namorada. O tempo passa, o fim vai chegando e a gente fica pensando. Somos cruéis conosco. A vida passa e ainda estamos pensando , mas o que mais podemos fazer?
Eu não sei, pode ser que você saiba. Eu tento descobrir uma função para a minha existencia desde que nasci e até agora não consegui. Devo ser mais imbecil que o cara que escreve as letras do jota queste. Será que vou ficar rimando isto com isso a vida inteura? O horizonte do mar nunca termina no seu olhar.
Não sei o que quero ser, mas sei o que não quero. Vamos a lista:
- Não quero ser um idiotinha de cabelo arrepiado com um quilo e meio de gel falando palavras como "bacana", e "maravilha",vestido socialmente para uma convenção de empresas com outros mil babacas competindo pra ver quem tem mais grana pra jogar no lixo.
- Não quero ser policial e morrer queimado preso a uma pilha de pneus.
- Não quero me fantasiar de bicha sorridente, me maquiar e vestir roupas curtinhas que evidencie minha magresa e minha cinturinha sexy, com meu cintinho de arrebite e rebolar a minha bunda onde vários funkeiros fashions da zona sul enfiam o dedo no cú um dos outros, dão gritinhos usando óculos enormes de cores berrantes em boites calorentas, com músicas insuportáveis. Feitas para agitar um débil mental ou brincar com um macaco.
- Tammém num quero falar pobrema cum meu exemprar do meia-hora entre os braços pela manhã indo trabalhá com outros framenguista, num lugá chamado vila aliança. Quando eu chegar a noite , também não iria querer ver minha noiva criola Ariadine mi contanu que estruparu e rasparu o cabelo Eloésia nu baile. Até porque é era mó vacilona mermo.
Sei bem o que eu não quero. Mas o tempo ta passando e não sei ainda nem como me levantar. Não consigo deixar de ser essa merda que eu me tranformei e que vai se arrastando tentando fugir da latrina , mas eis que chega roda viva e carrega a merda toda. Pra lá. O Blues ainda rola firme, desta vez com uns toques africanos. Uma batucada louca que inventaram. Esta batucada louca foi a principal responsável por crianças de 11 anos tendo outras crianças. Mas não é culpa da música. Nem do músico. Nem das pessoas.
Talvez o culpado seja eu , navegando por essa tempestade há anos sem me importar em como sair dela. Será que as outras pessoas tem que se lembrar todo dia que é preciso respirar ou morrem?

Monday, January 04, 2010

Pão com mateiga

Estavamos no shopping , aquele monte de lojinhas uma do lado da outra lotada de pessoas consumindo coisas que não precisam , que vão jogar fora em pouco tempo , tornando também em pouco tempo o nosso planeta uma imensa lixeira fétida, cheia de urubus e crianças comendo o lixo.
Ela estava feliz, andavamos de mão dadas e davamos selinhos um no outro.
- O que veio comprar ? - perguntei
- Um presente pra Martha, é aniversário dela.
- E já pensou no que vai dar ?
- Não, voce tem alguma idéia ?
Nessa hora pensei numa focinheira, mas preferi dizer que não.
- Não a conheço muito bem
- Olha aqueles sapatinhos vamos lá ver?
- Se não se importa, vou ficar aqui fora . . .
- Porque?
Porque eu sou estranho pensei eu , mas era porque a loja tava cheia de paraíbas , a merda do ar condicionado do shopping e da loja estavam desligados. Aqui no rio é assim , dá uma chuvinha , o tempo faz 47 graus a sombra e eles desligam o ar.
- Porque não gosto de confusões, vai lá te espero aqui - disse com a uma cara de bunda.
Sentei num daqueles banco de shopping mas duros que meu pau pela manhã e esperei. Por sorte não havia ninguém , só o calor , estava mais quente que o inferno, na minha cabeça já voava uma música do AC/DC e eu estava tendo alucinações com coisas pegando fogo.
Depois de mais ou menos uma hora ela comprou a porra dos sapatos e pensei que finalmente sairíamos dali, mas estava profundamente enganado. Shoppings são umas maquinas cooptadora de mulheres, elas ficam olhando pras lojas como o assassinado pro assassino, como se aquilo fosse um sonho bom , uma espera de anos que deixou de ser. Uma bosta sem tamanho. Ficamos naquele caos umas duas horas, quando ela saiu sem comprar nada.
Estava muito soado, não queria que ela achasse que eu era alcoólatra, mas eu era, e depois de ter suado como uam torneira resolvo que tomaríamos uma cerveja.
- Vamos beber alguma coisa Ana ?
- Vamos sim está muito calor.
Fomos até um boteco em Del Castiho. No caminho vimos a prisão principal da Igreja Universal , na antiga avenida Suburbana. Quando passei dei uma cuspida e soltei um peido.
Chegamos ao bar. Tinha cadeiras do lado de fora e parte delas estavam cheias com uma festa de alguns trabalhadores. Não me interessei de onde eram , mas estavam rindo, satisfeitos com alguma coisa.
- Sentamos um do lado do outro na parte central de fora do ber e pedi ao meseiro:
- Oi, me vê uma Brhama ? O que você vai querer Ana?
- Vou de Brhama também.
Acendi im cigarro e ela pediu um também, daí comentei.
- Não devia fumar pois além de te fazer mal, você ainda diminui os meus. ha ha ha
Ela também riu dessa bobagem sem tamanho, e daí conversamos inúmeras babaquices de casais que se conheceram a pouco tempo. Só que enquanto ela falava sobre o que passou na televisão, sobre o novo disco do Little Joy e coisas do seu trabalho como fotógrafa, eu falava sobre Emerson Lake and Palmer, o livro "eram os deuses astronautas" e nem emprego tinha. Ficava um pouco difícil o diálogo , tanto que não lembro dele. Falamos coisas que não tinham valor nenhum, como muita coisa que dizemos quando falamos demasiadamente quando precisamos manter uma conversa com uma garota acéfala, porém gostosa, que acabou de conhecer e tá louco pra levar para o motel. As cervejas iam chegando e nós fomos bebendo bem rápido, afinal eu ditava o rítimo e ela tímida tentava me acompanhar com vergonha de ficar pra trás. Não sei porque as mulheres fazem isso. Mas nesse dia o calor estava tão intenso que eu estava bebendo feito água. As pessoas da outra mesa gritavam comerações ou sacaneavam alguém. Nós até conseguiamos rir, e tinhamos o nosso maior trunfo. Nosso beijo era muito bom, eu sentia gemidos imperceptíveis pelo ouvido em seu corpo quando nos beijavamos por muito tempo. Até que quando fui ao banheiro, depois da sétima garrafa, já meio baleado, vendo-a quase se desiquilibrando da cadeira que percebi um hotel em frente ao bar. E perto da Igreja Universal. Descobri que Del Castilho era um bom lugar pra se fazer putarias com dinheiro. O banheiro? Mais podre que a Bahia de Guanabara, a privada com uma enorme cagada de diarréia quase vermelha. Um cheiro como um caminhão de lixo. Segurei o gorfo, prendi a respiração e mijei com cuidado para não encostar em porra nenhuma, mas quando mijei errei um pouco a pontaria da urina e a porra do mijo bateu na merda e resvalou um pingo na minha boca. Comecei então a mijar e vomitar ao mesmo tempo. Ainda bem que não me sujei muito, daroa pra disfarçar. Nessa hora ainda me queimei com o cigarro. Me limpei na pia e voltei pra mesa. Não estava tão cagado , mas ela perguntou.
- Quem te molhou ?
- Aquele gordo ali- inventei.
Ela olhou pro gordo embaixo do balcão e disse.
- Que escroto!
É mesmo respondo, muito escroto, ele ta bebado - menti
O gordo tomava uma cachaça e conversava com uma paraíba.
Eram um casal horroroso.
Pedi mais uma cerveja e disse:
- Sabe, queria ir para um lugar onde nós pudessémos ficar sozinhos com ar condicionado, só pra ficarmos nos beijando num ambiente mais fresco.
- Po eu fiquei com vergonha de dizer, mas também pensei em ir pra lá, ta muito quente, mas eu nunca fui a um motel.
- Nunca?
- Não minha primeira vez foi com meu primo, eu não senti nada.
- Voce me daria a honra de ser o segundo ?
- Sim mas se você me deixar dividir a conta das cervejas.
Ela até que estava melhorando , só tinha o problema de ela ser menor de idade, porém esperava que um hotel de subúrbio não nos pedisse identidade. Cancelei a cerveja, e peguei duas latinhas , fui lá e paguei a conta.
- Ah você disse que eu ia dividir com você.
- Relaxa é melhor você pagar o motel.
- Eu ?
- Claro assim ele não ve que você é menor.
- Ah eu tenho identidade falsa e não tenho cara de novinha.
Hahahaha, era verdade, estávamos bebendo no bar a mais de duas horas, era só finalizar os serviços. acabamos com a latinha pra poder entrar , quando chegamos ela disse.
- Qual preço da suite mais barata?
- 30 Reais por 4 horas o período.
Ela pagou e eu disse baixinho:
- Lá dentro a gente acerta.
Ela riu e o atendente disse:
-Toma aqui a chave , quarto 208.
- Obrigado - ela disse, eu não disse nada
Enquanto íamos subindo a escada pro segundo andar eu passava na bunda dela por debaixo da saia. Arrastava a saia pro lado e dedava-lhe o cú. Ela tirava minha mão rindo.
Quando ela abriu a porta queria ir ao banheiro, mas todas as mulheres que comi fizeram isso. Eu liguei o ar primeiramente e deitei na cama. Ela demorava e ai resolvi colocar no canal de filme porno , onde um anão transava com uma gorda, a pica do anão era tão grossa que faziao cú da gorda sangrar. Desliguei. Ela voltou e disse:
- O que vamos fazer agora?
Ne levantei a trouxe a abraçada a té a cama onde nos beijamos e acariciamos por alguns minutos. Era bom , era como um transe de alegria , aqueles minutos se pareciam horas na minha vida miserável. Já levantava os peitonhos com a mão e lambia os biquinhos.
Ela estava muito tímida percebi, daí resolvi lamber sua boceta. Fui tirando seu vestido na totalidade e lambendo cada parte do seu corpo, subindo chegando ao pescoço e a bocae depois de tira-lo descendo até a boceta , parando um longo tempo na barriga e nas coxas. Já Acariciando meu pai eu tirei a sua calcinha e minah roupa toda, mas ela tinha mais pelos que um macaco. Puta que o pariu , a boceta dela era difícil de achar e seus pelos eram enroladinhos como o cabelo dos pelezinhos. Tinha um pequeno cheiro de mijo. Eu tentava me embrenhar ali, mas chegou uma hora que minha lingua já percebia os cabelos me dando vontade de vomitar de novo. Dei umaquase gorfada e ela me empurrou se levantou e foi pro banehiro. Imaginei que ela devia estar chateada de tão peluda.
Bati na porta do banheiro.
- Meu anor volte, eu tava adorando, você é muito gostosa, eu tava adorando o que houve?
- Nada
- Volta aqui minha querida, tava tudo tão perfeito, eu jamais esquecerei esse mimento.
Até que não menti, vou lembrar sempre ai ler essa merda.
- Espera
Ela voltou e ficamos abraçados vendo TV pelados.
Depois de uns minutos coloquei no canal pornô e estava um cara Sueco comendo uam criola do Senegal.
Acho que era uma competição entre países de sexo. A sueca mamava a pica do criolo até ela atingir o compromento de 5 metros.
Ana Cláudia se encheu de tesão.
Pegou forte na minah pica como a sueca e começou a chupar de forma atabalhoada, mordendo e os caralhos.
- Tomara que a sueca de logo pensei
Logo o negão pegou a sueca de quatro e ela disse.
Eu quero assim , e quero olhar pra TV.
E já tinha ouvido falar em alienação ams não de gente que precisava da TV pra foder.
mas acatei , meti meu pirú semi-mole na boceta dela , mas não deu muito certo pq eu tava mole e ela muito fechada. Castiguei uma punheta rapida enfiando o dedo no seu cú e meti na boceta mas duro que uam rocha. Havia a achado a posição perfeita, ela gritava mais que a sueca, sentia as entranhas de sua boceta abrindo de tão fechadinha e ai sim peguei ela de jeito.
O negão era maior que eu , mas conseguia varias metidas por segundo faznedo proferir palavras de muita beleza como:
- Quero pica! Mete tudo na minha boceta.
Eu obedecia mas via que ia gozar rápido naquela velocidade. Tirei virei ela de frente me deitei em cima dela , segurei a cabeça da pica e depois comecei na mesma velocidade. Quase uma foda animal ela começava a berrar como se estivesse vendo um alienigena.
Depois de comer o seu cú de lado e al berrar feito uma cadela atropelada, alguém bateu an porta e gritou:
- Controla essa mulher ai , ta incomodando os outros.
- Vai tomar no seu cú- eu disse
- Não Vinícius, a gente não sabe que é ele. Ele pode estar armado.
-Grite menos então.
- Vou te chupar então.
- Tenho uma idéia melhor disse.
Deixei-a ajoelhada na cama e eu levantei e mandei ela me chupar. Quando voltou a ficar duro, comecei a meter meu pirú com força na boca.
ela dava umas engasgadas , mas tava gostando. Eu puxava o seu cabelo e dava tapas em sua cara. Ela também gostava , dava gemindinhos que pareciam de gatos filhotes. No fim esporrei tanto na sua cara que ela ficou branca. Depois dei porradas com a minha pica semi dura em sua cara. Era um estado muito prazeiroso, eu tinha gozado como um cavalo. E o negão do filme também , a sueca mal conseguia levantar da cama. Ana foi lavar o rosto no banheiro.
Ficamos lá fumando cigarros e vendo uma estúpidez na globo. Ela disse que estava apaixonada por mim e depois disso nos vestimos para ir embora , o ar estava ótimo, e eu não queria ir , mas o tempo já era , e também ela morava depois do inferno. Fomos embora e a deixei no ponto de ônibus. Demos o último beijo. Ela me olhava da janela com uma cara triste e feliz ao mesmo tempo. Eu com a mesma cara sem vida virei as costas e fui até o metro do maldito shopping. Eram seis horas e a concentração de paraíbas no metrô seria triste.
O real preço de uma foda ? Não sei, desta vez nada paguei e as vezes que paguei, não me lembro quanto. Mas tenho pra mim que não valha muito. Cocaínatalvez laha mais.